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THEE ORAKLE- "Smoothe Comforts False"
Ano - 2011
Editora - Ethereal Sound Works
Website - Thee Orakle MySpace - Thee Orakle

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:. MURDERING TRIPPING BLUES . a informação .:

Novo material dos MURDERING TRIPPING BLUES. Gravado ao vivo, chama.se "1.st Time In Color" e estará disponível a partir de 19 de Março. Diz ainda a banda que "... além de ser editado em Portugal, fará parte de uma Fuzz Box a ser editada na Alemanha, já esta primavera, que, além do álbum ao vivo, inclui os dois álbuns dos Murdering Tripping Blues Knocking at the Backdoor Music e Share The Fire. O 2º álbum da banda – Share The Fire – será também distribuído no Benelux - Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Tudo isto representa o primeiro grande passo para a internacionalização do trio composto por Henry Leone Johnson, Johnny Dynamite e Mallory Left Eye."



MURDERING TRIPPING BLUES | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on Domingo, Março 04, 2012 at 20:15 | Permalink

:. ASHES . a informação .:

"A tomarense Ashes (Rock / Metal Alternativo) anuncia o lançamento oficial do seu aguardado álbum "Ecila".
Inspirado na saga de "Alice no País das Maravilhas", o colectivo apresenta-nos seis temas num álbum conceptual, que explora toda a sua versatilidade musical para criar uma ambiência rica em pormenores e descargas de energia pura.
O álbum foi gravado e misturado por Pedro Carvalho no Zero Estudio, e masterizado por Graham Goldman nos estúdios da Masterdisk. O artwork do álbum e as fotografias de banda foram elaboradas por Jaime Veloso.

O "Ecila" pode ser encomendado a partir do site oficial http://ashesrain.tk ou por email para Ashesband@gmail.com, pelo preço de 7,5 Euros (mais portes de envio).
Para comemorar este evento, uma nova música chamada "Rewind" está disponível para audição no site oficial, após o lançamento do single "The Kind Of Strange".

O primeiro EP da banda, de 2007 (remasterizado digitalmente), está também disponível para audição e compra online no site BandCamp."

Posted by Hugo Guerreiro on at 20:00 | Permalink

:.SKYPHO . a informação .:

Deixámos o flyer do concerto dos SKYPHO na zona apropriada, ficam aqui outras datas reportadas pela banda:


10 MARÇO - AVELHA NEGRA (SEVER DO VOUGA)
14 ABRIL - BAFO DE BACO (LOULÉ)
27 ABRIL - MERCADO NEGRO (AVEIRO)



SKYPHO | myspace



Posted by Hugo Guerreiro on Quinta-feira, Março 01, 2012 at 23:18 | Permalink

:. KARNAK SETI . a review .:


KARNAK SETI
"In Harmonic Entropy"



Dois anos depois do lançamento de "Scars of Decay", os madeirenses KARNAK SETI regressam ao activo e com um longa-duração. De nome "In Harmonic Entropy", reúne nove faixas compostas pela banda e captadas em Braga, nos UltraSound Studios.


Sabíamos da aproximação ao Death-Metal Sueco, a toda a sua "melodiosidade", agressividade e conhecíamos a capacidade de interpretação que o colectivo fazia das premissas fundamentais do estilo. Havia que encontrar pontos de evolução para com os registos anteriores e dar-lhes um ou outro ponto de maior exigência, dado tratar-se de um longa-duração.


Uma das coisas que saltam ao ouvido é o doseamento, o equilíbrio que as faixas têm entre si. Todas interligadas, sem perder o ritmo ao longo dos quarenta e sete minutos de música, a banda apoia-se numa secção rítmica interessante e em relação à qual se sobrepõem riffs enérgicos e a boa prestação vocal de Luís Erre também merece ser referenciada. Ao bom resultado não deverá ser alheio o trabalho de estúdio que o colectivo terá tido para a gravação deste material.



. Medíocre . Insuficiente . Suficiente . Bom . MUITO BOM . Excelente .



KARNAK SETI | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on at 13:34 | Permalink

:. THE CUPID KILLERS . a informação .:


Feita a menção a outro projecto nacional. THE CUPID KILLERS. A banda apresenta.se:


"Em 1993 surgiu um projecto musical intitulado Sadcow, com António A na guitarra e voz, Gué-Tó na bateria e Moreira no baixo.
Tocam como trio durante algum tempo, mas sentem necessidade de evoluir e ultrapassar novas barreiras. Secundino Oliveira junta-se ao projecto como guitarrista. Durante anos afirmam-se no panorama nacional, proporcionando-lhes a edição do álbum "Immediate Assistance for Urgent Situations". Porém, o lançamento contou com um atraso de 2 anos devido a alguns problemas. Em 1999 , os Sadcow anunciaram o fim.
António A e Gué Tó optam por uma nova estratégia e entrada de novos membros. Recomeçam os ensaios, desta vez sem Secundino, tendo João Maia integrado o grupo juntamente com mais três elementos. A este projecto chamam My Porno Star; um estilo musical original, com interpretações teatrais nos espectáculos ao vivo. Teve a duração de 2 anos.
Em 2006, António A e Secundino iniciam o projecto electrónico Human Groove Machine, João Maia forma os City Zen, enquanto Ivo Martins presta serviço como baixista aos emergentes Boitezuleika.
Em 2011, o improvável acontece quando Secundino e Gué-Tó reencontram-se após 12 anos. Este foi o ponto de partida para algo novo... Relembram episódios com os Sadcow, que despoletam uma vontade de voltar a reunir o núcleo duro.

Falam com António A, entretanto João Maia e Ivo Martins ingressam no "laboratório" para integrar o projecto. Recomeçam os ensaios, recuperam temas perdidos, mas essencialmente apostam na criação de novos temas baseados na simplicidade e atitude perante o Rock.

Numa primeira apresentação registam em vídeo algo simples, directo, incisivo e sem tratamentos de som... deixam o resto para os temas que estão a gravar em estúdio"



THE CUPID KILLERS | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on Terça-feira, Fevereiro 21, 2012 at 22:57 | Permalink

:. I,MACHINERY . a review .:


I,MACHINERY
"A1"



Já falámos deles por aqui. Os I,MACHINERGY apresentam.nos o disco "A1". O nome sugestivo poderá estar ligado à auto.estrada que liga ao norte do país, ou não fosse a banda oriunda de Vila Nova de Gaia. Algo a descobrir mais tarde, em entrevista com a banda.


Musicalmente é um disco interessante. Tem um Death Metal com toques progressivos e de modernidade que nos agradaram. Salta desde logo a boa construção musical. Com isto queremos dizer a harmonia entre voz e instrumentos. Desde logo porque a vocalização está competente e remeteu.nos mesmo para o lado mais "clássico" do estilo. Depois o tal lado moderno que a banda imprime, interessa.nos. Pena é que muitas vezes os instrumentos não estejam mais perceptíveis, o mesmo se passa com a voz, algumas vezes pouco "limpida".


Parece.nos que a estreia da banda é muito interessante e, tal como dissemos noutros lançamentos do género, permite ao colectivo evoluir e não ficar preso à própria sonoridade. Insistimos que ouve.se a possibilidade de evolução e de criação de um próximo disco com outras "possibilidades". Interessante.



. Mediocre . Insuficiente . SUFICIENTE . Bom . Muito Bom . Excelente .



I,MACHINERY | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on at 22:32 | Permalink

:. THEE ORAKLE . a review .:

THEE ORAKLE
"Smooth Comforts False"



Fomos acompanhando as notícias que a banda ia colocando "cá fora" relativas ao seu segundo disco, agora sob a forma de "Smooth Comforts False" e já na altura ficámos com a sensação de que estariamos perante material forte. É sabido que o segundo disco tem uma carga simbólica elevada. Quantas bandas não prometem muito numa primeiro lançamento e a peça que se segue é de menor importância?


No caso dos THEE ORAKLE o passo foi bem dado. Acima de tudo seguro. Sem inovações "audivelmente" relevantes, a banda opta então por um conjunto de participações especiais, umas mais "estranhas" do que outras e que aqui sublinhamos Adolfo Luxúria Canibal, além de Marco Benevento (The Foreshadowing). Seria redutor do disco, gravado por Daniel Cardoso, apontar como o melhor dos seus aspectos as participações supra citadas.


A banda deixa de se limitar aquele lado mais Gothic, até por entender que a mescla vocal entre Pedro Silva (ele numa prestação vocal excelente ao longo de todo o disco, bem mais agreste do que no anterior material) e Micaela Cardoso não os circunscreve a esse mesmo género. Aí a variação instrumental, tantas vezes entre o Thrash ou mesmo o Death foi uma opção acertada. Um disco que, sublinhamos, é competente e que merece deixar a questão no ar, sobre qual o caminho que a banda irá optar para uma terceira aparição.


Palavra final para a muito boa aposta da editora Ethereal Sound Works, entre outras que tem feito neste início de 2012 e que temos reportado por aqui.



. Mediocre . Insuficiente . Suficiente . Bom . MUITO BOM . Excelente .



THEE ORAKLE | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012 at 23:15 | Permalink

:. CRÓNICAS DO SOM ETERNO . a informação .:


Deixamos as palavras do espaço CRÓNICAS DO SOM ETERNO.


"Em Janeiro de 2010 nascia o blog Crónicas do Som Eterno.

Inicialmente, o espaço fazia jus ao nome e era composto por crónicas sobre novas bandas e outras de renome. As crónicas não eram mais do que artigos onde se conjugavam histórias com opinião. Crónicas do Som Eterno eram na prática um espaço de expressão pessoal, uma espécie de culto ao Metal.

Em Setembro desse ano e após o encerramento da webzine Lusitania de Peso da qual era parte integrante. Crónicas do Som Eterno, passou a assumir a continuidade do espaço entretanto extinto. A divulgação do metal nacional passou a ser a principal motivação do blog, sem contudo esquecer as origens.

Crónicas do Som Eterno, expandiu actividades para a rádio com o surgimento do programa Hora do Som Eterno graças à parceria com a Warfare Radio.

Em 2012 surge novo espaço, Som Eterno. Som Eterno, resulta da procura de tentar oferecer um espaço que possibilite novas ferramentas de de promoção e divulgação para o Metal underground nacional.

O novo espaço junta à actividade de webzine uma nova dinâmica. Numa época em que a informação “corre” a alta velocidade graças ás plataformas virtuais de carácter social, parece-nos de todo o modo lógico adoptar este tipo de plataformas direccionando-as para o underground nacional. Som Eterno assume o papel de uma rede social, oferecendo aos seus utilizadores um perfil idêntico ás redes Facebook/Twitter, streaming de música e a criação de um blog/site personalizavel que permita a divulgação das actividades dos seus utilizadores.

A rede social também inclui a criação/gestão de grupos (um pouco na linha dos que existem no facebook), um sistema integrado de mensagens privadas e a partilha de informação para as redes sociais mais utilizadas no momento."

CRÓNICAS DO SOM ETERNO | facebook

Posted by Hugo Guerreiro on Quinta-feira, Fevereiro 16, 2012 at 23:23 | Permalink

.. THE BOURBONS . a informação .:

Falamos.vos hoje dos THE BOURBONS, uma banda recente criada na parte final de 2011 e que deu o primeiro concerto a 6 Janeiro deste ano. Praticante de um Rock sem receios e onde a frontalidade é a ordem, a banda gravou já um vídeo.clip, que reproduziremos aqui atempadamente.


THE BOURBONS | facebook

Posted by Hugo Guerreiro on at 23:17 | Permalink

:. THEE ORAKLE . a entrevista .:


P -Por estes dias ainda não foi editado o novo disco. Nós já o ouvimos e queríamos começar por saber das sensações que vos invadem antes do disco chegar cá fora.

Frederico: Uma das sensações que temos é alguma ansiedade, pois este álbum foi uma aposta muito pessoal, da banda, e só com muito querer foi possível construir este trabalho. Mas a maior e melhor sensação que temos para já…é a satisfação própria. Estamos claramente satisfeitos com o resultado obtido. Agora é esperar pela aceitação e feedback do público. Mas para já em todas as criticas que já recebemos a “Smooth Comforts False”, foram claramente positivas.



P - Fomos acompanhando as novidades de gravação. Houve de facto o cuidado de manter o nome da banda activo, mesmo aquando da referia gravação, foi algo pensado ou natural?

Frederico: Sim é algo pensado e também foi o que já aconteceu por exemplo com o anterior “Metaphortime”, mesmo estando mais parados, com a ausência de “palcos”. Quando estamos a trabalhar num novo registo queremos apenas estar focados na composição e consequente gravação, por isso achamos que haver notícias da banda, ajuda a não nos mantermos no anonimato. E mesmo mais parados que o habitual, as pessoas ouvem falar de nós, o que é muito importante para qualquer banda.



P - E como surgiu a Ethereal Sound Works?

Frederico: A Ethereal Sound Works surgiu com uma proposta concreta para a edição do nosso novo álbum e foi mesmo a melhor proposta, além de terem e têm mostrado prazer e vontade em trabalhar connosco.
Muita gente ou algumas pessoas já nos perguntaram, porquê uma editora nacional ou porquê a Ethereal Sound Works? Simples, tivemos algumas propostas de editoras estrangeiras, não muitas, se não estou em erro, apenas 3, mas por incrível que pareça, as condições que ofereciam eram muito más.
Compreendemos que a industria esteja má, não há dinheiro porque não há vendas,etc… mas pagar para editar não faz parte do nosso vocabulário neste momento. Se tivéssemos dinheiro, talvez, mas os Thee Orakle infelizmente não são “meninos ricos”e tudo o que já se conseguiu, seja muito ou pouco, foi à custa de muito trabalho e dedicação de todos os envolvidos. Há muita gente que paga para editar, mas nós não. Não é querer ser mais que alguém, simplesmente achamos que todo o trabalho que temos, também tem um custo. E a Ethereal Sound Works deu-nos isso!






P - Falem-nos das participações especiais do disco.

Frederico: As participações para este disco, foram pensadas por nós, á medida que os novos temas iam sendo criados e sentimo-nos muito honrados por contar com todas elas. A participação do Adolfo Luxúria Canibal foi pensada porque o tema em questão”Faraway Embrace”, possui uma parte declamada ou narrada em Português, e quem melhor que ele para fazer isso? Fizemos-lhe a proposta, ele aceitou, facto esse que nos deixou bem orgulhosos como deves imaginar… De referir ainda o excelente profissional que é, pois até insistiu para se fazer mais takes até ficar o melhor possível, mostrou também muito empenho.
O Marco Benevento dos italianos The Foreshadwing, foi lembrado para termos uma voz forte e bem doom, no tema que consideramos ser o mais doom no disco. Fizemos-lhe a proposta por mensagem ou pelo myspace ou pelo facebook, agora até estou na duvida.
Ele respondeu logo e mostrou-se agradado com o convite, pediu a música para escutar, gostou do que ouviu, e pôs-se na disposição para gravar. Foi mais uma boa experiência.
O Yossi Sassi, para nós, é um grande senhor e ter a colaboração dele é de facto uma grande honra. O facto de termos tocado em 2010 com eles no Santiago Alquimista ajudou bastante a ter uma vez mais a colaboração dele, pois no nosso registo anterior, o “Metaphortime”, ele já tinha participado também como convidado.
A inclusão de instrumentos de sopro, nomeadamente o trompete e saxofone, executados pelo galego Ricardo Formoso e o Fábio Almeida, surge como um acrescentar de algo mais à sonoridade da banda, não estou a dizer que é único o que fizemos neste álbum com estes instrumentos, mas que fica bem original, isso fica.



P - Em termos internacionais parece-nos que o disco é merecedor de chegar a outros (e variados) ouvidos. O que nos podem adiantar quanto a isso?

Frederico: Obrigado por acharem isso. Estamos a tentar que isso seja possível mas infelizmente não depende só de nós. Planeamos ter este álbum com alguma distribuição internacional, esperemos ser possível. A nível de apresentações ao vivo, também estamos a tentar, era um sonho realizado se isso acontecesse.

P - Se vos pedir para indicar na primeira pessoa as diferenças deste segundo longa duração para o primeiro, o que nos dizem?

Frederico: Está um álbum mais trabalhado, mais experimental e mais progressivo que o “Metaphortime”.
Apesar de ser mais progressivo na nossa opinião, é de salientar que encurtamos o tempo das nossas músicas. Antes tínhamos temas de 7 minutos, neste trabalho, a média dos temas anda nos é 5 minutos. Foi propositado.

P - Querem acrescentar alguma coisa a esta entrevista?

Frederico: Agradeço em nome da banda a oportunidade dada pela DaemonivM para esta entrevista. Quero pedir às pessoas que nos acompanhem e apoiem nos concertos de promoção a este “Smooth Comforts False”, o 1º já no próximo dia 10 de Março no Hard Club. Apoiem o Metal nacional! \m/



THEE ORAKLE | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on Quarta-feira, Fevereiro 15, 2012 at 23:19 | Permalink

:. THE MELANCHOLIC YOUTH OF JESUS . a informação .:

A 17 de Março os THE MELANCHOLIC YOUTH OF JESUS apresentam o seu mais recente registo, sob a forma de um EP. "Theme for Ambition" será exposto no Breyner 85, sendo que o registo tem o selo da muito activa Ethereal Sound Works.


THE MELANCHOLIC YOUTH OF JESUS | myspace

Posted by Hugo Guerreiro on at 23:13 | Permalink

:. SHADOWSPHERE . a entrevista .:

P - De regresso depois de uma longa ausência das lides. A que se deveu esta pausa nas gravações? A banda esteve sempre activa?


Depois de acabada a tour do "Hellbound Heart" eu decidi parar, por exaustão, por problemas pessoais, etc... Alguns membros decidiram sair, novos entraram e mantive sempre a banda activa e com vontade de voltar a gravar e ir em tour. Em Julho de 2010 atingiu-se uma situação estável e aí começou o "INFERNO".


P - O título é forte. "Inferno". Alguma carga simbólica na escolha?


Eu quis um nome bilingue e foi aí que apareceu "INFERNO". Este album simboliza um período muito complicado da minha vida apenas, não tem qualquer conotação religiosa.




P - Fala-nos mais detalhadamente do disco. Da sua elaboração, participações, gravação...


"INFERNO" é composto por 11 musicas, feitas por mim e com co-autoria das restantes sombras. Neste disco tivemos ainda 3 participações especiais:
- A Patrícia Rodrigues (TSO) que canta na "Sworn Enemy" e na "Alone At The End Of The World" cuja letra é também da sua autoria.
- O Davon Von Dave que é o nosso antigo teclista, e que fez a instrumental do álbum "The Hurtlocker" e gravou os restantes teclados do álbum.
- José Manuel Anes, conhecido criminologista e Maçon, que escreveu uma introdução para "INFERNO".

O disco foi gravado nos Poison Apple Studios, produzido e misturado por Tiago Canadas e masterizado nos Estados Unidos, nos estúdios do Adam D dos Killswitch Engage, os Zing Studios por Jim Fogarty




P - No que respeita ao som propriamente dito, diferenças para o Death/Thrash que ouvimos até aqui existem?


Na minha óptica, "INFERNO" é um update do que fizemos até aqui, não é mais um álbum de Shadowsphere, percebes? Tudo o que nos caracteriza como banda está aqui, a melodia, o peso, as letras agressivas, está cá tudo, mas versão 2012.


> P - O nosso panorama musical mudou muito desde o vosso último registo?


"Muito" não acho que seja a palavra ou quantidade certa. Umas bandas acabaram, outras desenvolveram-se mais, outras começaram, sítios fecharam, sítios abriram, mas uma coisa que acho que não mudou foi a rivalidade/inveja em relação à mentalidade do nosso underground, acho que tínhamos muito mais a ganhar em nos unirmos todos do que falar pelas costas. Já os Overkill diziam nos 80´s "In Union We Stand" ;)



P - A ausência nos lançamentos faz criar alguma expectativa especial nestes dias que antecedem o lançamento?


Sem dúvida! Muita gente achava que Shadowsphere tinha acabado, sem mesmo eu o ter anunciado (LOL), ou esperava que tivessemos mesmo acabado, mas, estamos de volta, com um grande disco e prontos para rebentar os palcos onde tocarmos!

P - Última linha...


Um grande obrigado a ti e à DAEMONIVM pelo vosso apoio e um grande abraço para todos os nossos fans, os verdadeiros, que mantiveram a chama acessa estes 6 anos e que brevemente terão o que merecem... "INFERNO".



SHADOWSPHERE | facebook


Posted by Hugo Guerreiro on Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012 at 23:08 | Permalink

:. CINEMUERTE . o concerto .:

Os CINEMUERTE vão estar presentes no dia 10 na Fnac do Chiado para o lançamento da saga "Twilight". Mais informações em www.facebook.com/cinemuerte

Posted by Hugo Guerreiro on at 11:22 | Permalink

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    O Autor | O Projecto:
    Lembro me do meu primeiro disco. Paradise Lost, “Draconian Times”, comprado em 1996. Fez-me cair na rotina daqueles que ouvem música, este género em especial: achar que podia fazer mais qualquer coisa, além do que apenas ouvir. Escrever. Numa época em que as existiam bastantes fanzines, e que a par dos programas de rádio, marcavam imenso a divulgação de bandas underground, crei mais uma. Diabolicus Diluvium, com a ajuda do amigo Bruno Lemos. Os dotes informáticos eram pouco inferiores ao que são agora, muito curtos, daí termos elaborado um primeiro exemplar, apenas com duas folhas, e que seguia a linha de algumas que circulavam na altura. Nada de transcendente, bem pelo contrário, o mesmo se diga em relação à escrita. Primeira banda entrevistada, os Fatality, banda de Grindcore, e recordo perfeitamente a piada mais frequente na altura, de não divulgarmos a nossa idade, temendo que as bandas não respondessem às nossas cartas, o mesmo no gesto mais vulgar, o de enviar uma carta, que continha na saudação Hail!, e nós ficarmos sem saber o que queria dizer tal termo. A Diabolicus Diluvium acaba por durar cinco anos, erguendo-se num número de páginas muito bom, vinte e cinco, e onde foi editado uma compilação, “Transcending Plasma”, sendo importante destacar nessa fase Pedro Amaral, que passou a cuidar da parte gráfica.

    Como todos também senti mudanças na minha vida, falo no plano pessoal. Importantes, em nada relativas, algumas delas já se denotam naquilo que hoje faço. A pausa. A inquietação por não escrever mais desde o fim da Diabolicus Diluvium e para fazer face a isso, a criação de uma newsletter de apenas uma página, que chegou a ter o seu número 0, sem nada de mítico, pois já não havia pedalada para lutar contra os avanços informáticos, que galoparam contra o tempo e contra tudo o que de mais tradicional/formal se fazia. Era inevitável. Dei lhe o nome Daemoniah.

    Lembro-me de outra data, 2000. Comecei a colaborar num programa de rádio, com o orgulho que ainda tenho, ao mencionar esse facto. O Caixa de Pandora, que outrora se chamara Eutanásia, ou Cessar-fogo, e que hoje opera como Segredos da Lua, apresentado por Paulo Gonçalves, pretendia um espaço quinzenal, com três demos. Entre algum pavor, pelo facto de transpor vocalmente, aquilo que normalmente realizava por escrito, o convite tornava-se mais aliciante (leia-se perigoso) pelo facto de apresentar três novas maquetas todos os quinze dias. A rubrica chamava-se Esplendor do Kaos, durou quatro anos, traduzindo-se no projecto que mais orgulho, volto a frisar o termo, me deu, por mais importantes que a Diabolicus Diluvium ou o DaemonivM tenham sido/sejam. Surge o DaemonivM...

    Fruto nas novas tendências e por mais que se diga (ou sinta) preferência pelo formato tradicional, em papel, assim como pela facilidade em constituir um blogue, surge o DaemonivM, anunciado na outra resenha como o passo seguinte (porque não dizê-lo final?). Antes porém, uma edição em formato papel, mais uma, com a denominação D:/moni1/, que depois iria ser transposta para o blogue, em conjunto com o Opuskulo. Ainda hoje me parece uma aposta interessante porque em apenas quatro páginas se contrapunha ideias e escrita. Durou apenas a edição de estreia. Havia então que indagar sobre o que era um blogue, achar um endereço, que ainda hoje causa enganos. Procurou criar-se um link que usasse as iniciais do abecedário mas que acabasse por formar demonium. Daí o abcde e que origina algumas trocas de nome. A história mais, já mais recente reporta-se a Outubro de 2005. Numa altura em que existiam um número elevado de espaços com o mesmo formato, com a mesma temática, havia que procurar diferenças. E nesse campo parece-me que o DaemonivM sai vitorioso. Desde as entrevistas realizadas todas as Segundas- feiras, os comentadores frequentes, passando pelo evento comemorativo do primeiro aniversário, e pela distribuição de bandas, onde o balanço é positivo, convém mencionar um aspecto fundamental: a regularidade. Novo formato do espaço, actualizado de acordo com as necessidades de quem o visita e de quem o realiza, o agradecimento ao António Paulo Chaparro, pelas horas realizadas em torno do DaemonivM.

    Lisboa, 11 de Novembro de 2007

    18H53M

    Hugo Guerreiro

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