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ÁLBUM DO MÊS

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Oblique Rain - "October Dawn"
Ano - 2009
Editora - major Label Industries Records
Website - Oblique rain MySpace - Oblique Rain

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Anonymous Souls
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HELL IN HEAVEN . a informação

Não tropecámos no myspace dos Hell In Heaven. A banda deu-nos a dica. Fomos até lá e comprovámos um pouco do cheiro de grupo. Um Metal moderno, sulista como a própria banda se define e que merecerá muitas palavras nossas brevemente, sob as formas habituais, uma entrevista e comeptente review.

Para já acompanhem os Hell In Heaven em www.myspace.com/hellinheavenband

Posted by Hugo Guerreiro on Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010 at 22:11 | Permalink

ASSASSINNER . a informação

Alteração de line-up nos Assassinner. Afonso Ribeiro ocupa a posição. A banda informa ainda que evoluiu o seu site, possivel de encontrar em em www.myspace.com/assassinner

Posted by Hugo Guerreiro on at 22:01 | Permalink

COLDFEAR . a entrevista

Peso. Agressividade. Melodia. Ingredientes que fazem parte da música dos Coldfear, num disco que suscitou interesse por aqui. "Decadence in the heart of man" foi pois o motivo da conversa estabelecida no passado mês de Janeiro.






P - Novo EP da banda. De que maneira os Coldfear sentem a evolução enquanto banda?

R - Este EP marca para nós a consolidação do som "Coldfear". Em relação à nossa demo de 2007, "What Lies Beneath", tivemos um maior cuidado com a estruturação e com a coesão dos temas e pensamos que isto será o caminho a seguir para um futuro álbum, em que tentaremos variar mais um bocado e talvez incluir alguns elementos novos na nossa sonoridade.


P - Sendo uma sonoridade com alguns praticantes entre nós, que diferenças têm para nos oferecer enquanto ouvintes?


R - Existe de facto uma vaga de bandas nacionais a praticar uma sonoridade muito parecida, onde nós provavelmente nos encontramos mas isso não é uma preocupação no seio da banda. A música que tocamos é aquela que nos apetece tocar, o facto de haver algumas pessoas que gostam do que fazemos é um bónus.




P - Entretanto no vosso curriculum contam com uma selecção para o Ermal. Contem-nos essa experiência…

R - Apesar de não termos sido apurados, essa participação acabou por ser positiva pela experiência que foi. Foi um dia bem passado num local belíssimo, onde pudemos ver bons concertos por parte de outras grandes bandas como Artworx e Final Mercy e descontrair um bocado.



P - Falem-me da capa. Há algum conceito por detrás? Está muito bem conseguida...

A capa foi feita pelo nosso amigo Augusto Peixoto (http://irondoomdesign.deviantart.com/) que, entre outros, também fez a capa do álbum dos Revolution Within. Já há muito tempo que conhecíamos o trabalho dele e foi uma escolha natural para tratar da capa do EP. Como já por várias vezes partilhamos o palco com os Headstone (banda onde ele é baterista) sabíamos que ele estava familiarizado com a nossa sonoridade e que conseguiria conceber qualquer coisa que se enquadrasse connosco.




P - Com a veia produtiva que a banda denota, será de esperar novo material daqui por um ano e qualquer coisa?

R - Se tudo correr como esperamos, sem dúvida! Já começamos a trabalhar num futuro registo de longa-duração, mas a verdade é que gostávamos de ter outro tipo de apoios num lançamento desse tipo, que não tivemos agora com o EP. Seria fantástico conseguir colocar esse futuro disco nas lojas.



P - Já agora...o que mudavam neste registo? Existem sempre coisas a alterar, a evoluir...

R - Este EP é o registo do nosso trabalho no último ano e, nesse sentido, tendo obviamente virtudes e defeitos, está perfeito. Claro que existiram muitas discussões na sala de ensaios por causa de pormenores ínfimos mas uma das nossas grandes "qualidades" é a preguiça de voltar a rever um tema acabado. De qualquer modo, estamos muito orgulhosos por este EP e pelo que conseguimos fazer dele.



P - E o disco tem tido repercussões ao vivo? Falem-nos dos planos a esse nível...

R - As músicas do EP têm sido muito bem recebidas ao vivo. É bom ver que, principalmente na zona Norte, já começamos a ter algum reconhecimento de pessoas que vão aos concertos e conhecem nossas as músicas. A nossa prioridade agora é promover o EP por esse país fora, tentarmos dar concertos mais para a zona Centro e Sul e talvez mesmo a região de Vigo, para espalhar o nome Coldfear e tentar tocar para mais pessoas.



P - Querem acrescentar alguma coisa a esta entrevista?


R - Gostávamos de agradecer pela atenção e deixar um convite a todos os leitores da Daemonium a comparecerem no Thrash 'Till Death 3, evento organizado por nós em associação com Rosavelho(http://www.myspace.com/rosavelho), que se realizará no dia 13 de Fevereiro em Braga(Panóias), onde vamos tocar com grandes bandas como Echidna, Pitch Black, Switchtense, entre outras.

CONTACTAR E OUVIR COLDFEAR

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:14 | Permalink

PAGAN ALTAR . a informação

Concerto organizado por A Forja, pela promotora 666% Metal Events. Confirmada a presença dos Pagan Altar. Concerto a realizar no dia 24 de Abril, no Bar Revolver. Atempadamente surgirão aqui mais dados sobre o concerto em causa.



CONTACTAR 666% METAL EVENTS

Posted by Hugo Guerreiro on Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010 at 20:14 | Permalink

HILLS HAVE EYES . a review

HILLS HAVE EYES
"Black Book"



Segunda proposta dos Hills Have Eyes, com um sugestivo título, "Black Book" e que nos mostra um caminho diferente daquele percorrido na estreia "All doves have been killed". Ligeiramente ou talvez não o fio condutor sofreu algumas transcendências, algumas mutações que, possivelmente fruto dos tempos, adequa-se mais ao que hoje se vai fazendo. E ouvindo.

Isto para dizer que a banda dos HHE continua a ser o Rock, um Rock musculado. Já o era na estreia mas agora os decibeis subiram, as dosagens de peso estão mais presentes, sublinhando aqui que em momento algum a banda perde a noção do equilibrio e da melodia.


A banda captou dez faixas equilibradas, algo que temos acentuado nesta resenha. E uma vez que conheciamos o disco anterior, sabemos que a banda manteve um registo "radiofónico" ou "orelhudo" se preferirem. Isto porque balança entre "Daydreaming isn't so good after all", uma das nossas faixas preferidas e "Heart hit", bem mais calmo e ponderado. A banda consegue desta forma "piscar o olho" a outras tendências, tal como o consegue na faixa seguinte, "The believer", com uma predominância das guitarras que se sublinha.


Tivemos a oportunidade de ouvir este disco ao vivo, no passado Domingo na Casa de Lafões e ficámos com a certeza de algo que já sabiamos. "Black book" é um daqueles discos que encarna vida em palco, que se transforma mercê do peso que a banda lhe confere. Algo que já esperavamos. Ouvindo-o e repetindo-nos "Black book" é um disco equilibrado, com uma dose de imediatismo quase total. O disco guarda poucos segredos o que nos permite ouvir e re-ouvir com uma facilidade assinalável.



. Mediocre . Insuficiente . Suficiente . Bom . Muito Bom . Excelente .



CONTACTAR E OUVIR HILLS HAVE EYES

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:46 | Permalink

PORTUGAL ALTERNATIVO . a informação

Agora que vamos começar a falar da imprensa e insistir no underground (ou não falassemos dele desde 2005), vamos dando conta e transmitindo isso mesmo a vocês, de outros que, como nós, se dedicam a espalhar a palavra música a tudo quanto é vistas e ouvidos. Fica aí o Portugal Alternativo, que podem ser encontrado em http://www.portugalalternativo.netpita.com/

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:36 | Permalink

O COVIL . a informação




Este fim de semana n' O Covil:


Sexta-Feira, 05 Fevereiro, e como acontecerá "todas as 1ªs 6ªfeiras de cada mês", NEMESIS DJ´S ACT, desta feita c/ DIGGINPLEUBEU (Rock, Punk e Gótico) das 22h às 24h e DJ BORNDEAD (Metal) das 24h às 02h.

Sábado, 06 Fevereiro, V CLAN DINASTY, c/ o anfitreão VLORD. Esta festa repetir-se-à "todos os 1ºs sábados de cada mês". Sonoridade (goth, metal, indie, rock, punk, darkwave, industrial, electro, ebm, 80s).

CONTACTAR O COVIL

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:31 | Permalink

DAVID SOARES . a informação

A notícia já corre. O DaemonivM resolveu lançar o debate. Existirá uma corrente de informação em Portugal, no que respeita ao underground e à música? A ideia passa por dar espaço, luz e voz aos que se dedicam ao underground, saber como quem escreve se vê e nos vê.

Continuando o nosso caminho na divulgação do underground nacional, esta é mais uma manifestação de vontade e de inovação do DaemonivM. A força de uma corrente que se sente e que se quer viva: o underground.

Andamos na fase de recolha de depoimentos, todos extremamente interessantes e em que se pretendeu dar a ideia de cada um...olhando ao trabalho que faz e ao que os outros fazem. A partir da próxima semana no DaemonivM: A Imprensa e o Underground

Hugo Guerreiro

Posted by Hugo Guerreiro on Quarta-feira, Fevereiro 03, 2010 at 20:10 | Permalink

SUBDARK . a review

SUBDARK
"Noir coating"


O nome do colectivo bem como o nome do EP podem parecer enganadores. Sem qualquer audição da proposta de estreia dos Subdark, facilmente entenderiamos estar perante um colectivo com uma vertente negra bem acentuada (leia-se Black/Death Metal).

Mas não é bem isso que aqui se encontra. Os Subdark são uma banda do Porto praticante de um Heavy metal claramente multifacetado. Se instrumentalmente roça o lado mais tradicional do género, a voz gritada leva-os para o Thrash Metal Bay Area, com uma sonoridade rápida e agressiva q.b.


É precisamente aqui que se encontram os maiores elogios aos Subdark. A dosagem de géneros, tendências e influências de forma muito bem conseguida e para isso talvez não seja virgem o facto da banda ter decidido maturar o seu som, até chegar a este EP de quatro faixas, captadas nos Soundvision Studios. A banda formou-se em 2005 e só agora chega a este patamar.


Não estamos perante um estilo de massas, possivelmente. Não será decerto um género que movimente um maior número de bandas mas inscreve os Subdark num "rótulo" onde se encontram por exemplo Final Mercy ou Coldfear. Tratando-se de um Ep, com apenas quatro faixas parece-nos que cumpre a sua função: apresentar o grupo, introduzir sonoridade, de onde se tem de realçar a prestação vocal de Nuno Gonçalves, que acumula a prestação de baixista. Aliás a banda oferece um som sem rodeios e com poucos floreados. Talvez um destaque maior às guitarras não fizesse mal nenhum. Mas trata-se de quatro faixas, e mesmo assim o grupo acede a colocar um tema de sete minutos, "Whispering Shadows" que começa com uma guitarra mais ambiental e arrastada mas que na parte final recupera o fôlego e aumenta o ritmo dos Subdark.



. Mediocre . Insuficiente . Suficiente . Bom . Muito Bom . Excelente .



CONTACTAR E OUVIR SUBDARK

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:55 | Permalink

O MARSUPILAMI . a informação

Culpa nossa. Já o deviamos ter feito há muito. O Marsupilami, um dos mais amigos mudou o endereço , mudou de casa como é dito: está agora em www.omarsupilami.net

Posted by Hugo Guerreiro on Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010 at 23:33 | Permalink

DAEMONIVM . a opinião

Novo mês. Palavras sobre o mês anterior e o disco que por aqui se foi ouvindo em Janeiro, tal como se fazia em Dezembro. Os suecos Katatonia, uma daquelas bandas que dispensam apresentações, dispensam palavras mas merecem audições.


Novo disco e a continuação de uma viragem, de um antendência que se iniciou com "Discouraged Ones", em 1996. Não tenho bem presente muitas das coisas que foram escritas e ditas por essa altura mas sei que as opiniões foram as melhores, algo que nem é assim tão frequente perante uma mudança tão drástica na carreira e uma mudança de som como a que os Katatonia operaram.

Este novo disco anda longe de ser a melhor obra da banda. Talvez seja um raciocínio demasiado forte mas tem o seu lado fidedigno. É um disco linear e quantas vezes este adjectivo não é redutor? Aqui existe uma sensação mista. Um bom disco, uma gravação forte e que merecerá a ressalva em qualquer lista de melhores discos do ano.

Talvez não exista um tema que se sobressaia dos demais. Daí termos escrito(e dito) que é um disco linear. Mas um disco bom e isso também dissemos (e escrevemos). Fossem todos os temas como "Foresaker" e era um disco de vidas.

OUVIR KATATONIA

Posted by Hugo Guerreiro on at 23:11 | Permalink

SYNESIS . a informação


Nova banda. Synesis. Oriundos de Lisboa fazem a sua apresentação via myspace, enquanto preparam material de estúdio. A voz já a conheciamos, trata-se de Jeff dos Perfect Sin e que agora se enquadra num projecto que é musicalmente mais abrangente, com concornos industriais e agressivos do que a banda acima citada. Outros elementos do colectivo, Fábio, Mike e David. Dois excertos de temas que estão a ser captados em www.myspace.com/synesisband

Posted by Hugo Guerreiro on at 22:33 | Permalink

MISS LAVA . a entrevista

Um dos discos mais aclamados do ano que agora findou foi a segunda proposta dos Miss Lava. Daí a natural abordagem à banda, que vai estar presente também no Festival Efeito Borboleta, a decorrer no próximo mês de Março. Sobre isso trocaremos palavras lá mais para a frente. Agora ficam as palavras do grupo.







P - Novo disco. Já saiu há algum tempo, pedia-vos que nos falassem das reacções. De quem ouve e as vossas.

Estamos muito contentes com o disco! As reacções têm sido muito boas, por parte da crítica especializada e dos fans/amigos em geral, é um lugar comum dizer que mal acabamos um trabalho já lhe vemos os defeitos, mas mesmo com essas pequenas arestas que queremos limar em trabalhos futuros, estamos de "peito cheio" com o nosso álbum.



P - Há felicidade em cada disco que se faz, um pouco como se estivessemos perante um filho. Que diferentes sensações vos transmitiu este "Blues for the dangerous miles", para o anterior?

O primeiro trabalho, que na realidade é um EP com quatro temas, foi um "testar as águas", uma vez que a banda estava a dar os primeiros passos... sentir o estúdio, materializar a electricidade que pairava no ar, mas ao mesmo tempo tentar produzir um bom cartão de visita. O álbum é mais consciente, já havia um sentimento mais forte do que queríamos ou não no disco, em termos de produção, composição, etc, daí irmos até a Orebro, na Suécia, para trabalhar com o Jens Bogren de forma a realizarmos a nossa visão. Foi um trabalho muito exigente para todos... mas a experiência foi uma das mais enriquecedoras que já tivemos até hoje como banda, desde a tranquilidade dos estúdios do Rui Veloso em Vale de Lobos até as noites loucas de Estocolmo.... e que estamos mortinhos por repetir!!!!! hehehehe



P - Aliás a banda parece-me que vai conquistando espaços, com trabalho e dedicação. Agora viram-se como video do dia para um jornal gratuito...

Tem tudo a haver com o tal "trabalho", seja por parte da banda, seja por parte da Avantegarde, dos amigos (que sempre aparecem nos momentos certos), editora, quer seja por parte de colaboradores (extremamente competentes) com que trabalhamos. A verdade é que nada se conquista sem trabalho... e investimento... a máxima "sangue, suor e lágrimas" assenta aqui que nem uma luva... também não "magoa" ter um disco do qual nos orgulhamos, e pelo qual damos tudo o que houver para dar...e mais alguma coisa!!!




P - É uma pergunta que vem no seguimento da review e das audições que fizemos ao material. Há aqui mais rock ou mais....stoner rock?


Há mais Miss Lava! :-) Como banda temos gostos musicais muito díspares, mas ao mesmo tempo todos convergimos para o caldeirão que é o Rock. Poderia no início do projecto haver uma ideia de produzir música de inclinação mais "stoner", mas cedo se tornou óbvio que a banda era um pouco mais abrangente. Os Miss Lava funcionam no estúdio (e ensaios) como um colectivo, logo as influências de cada um estão bem patentes nos temas que compomos... Gostamos de nos ver como uma banda de Heavy Rock... e em última instância de Rock puro e duro...



P - E lá fora, que sensações já emanaram dos Miss Lava?


Têm sido também positivas!!! O Myspace torna tudo mais simples nesse campo, mas o comentário mais habitual vai para a qualidade do trabalho no todo, e por vezes a surpresa da nossa nacionalidade (LOL). No entanto, o álbum ainda está a dar os primeiros passos internacionais, uma vez que o disponibilizámos agora para venda em diversas lojas online no mundo inteiro (Itunes, Amazon Digital, Rhapsody, entre outros). Vamos aguardar portanto mais um pouco o retorno internacional...



P - Um terceiro disco marca já algum nome, a banda já está sedimentada, em termos de nome, de som...que planos têm para o terceiro disco?

Parafraseando uma amiga minha: "O plano é não ter um plano!!!!", pelo menos por agora que estamos na fase da composição. A banda está constantemente a evoluir, os temas estão a sair naturalmente, estamos a trabalhar em primeiro lugar para nossa satisfação pessoal, sendo que um ensaio em que não se sente a tal "electricidade no ar" não é um bom ensaio... mais à frente com os temas escolhidos aí começa a surgir o tal plano... mas com certeza não vamos produzir um álbum de Hip-Hop ou qualquer coisa que o valha!!!!



P - Teremos uns Miss Lava mais internacionais?

Estamos a trabalhar nesse sentido. Para além do lançamento de "Blues For The Dangerous Miles" digitalmente a nível mundial, estamos a realizar o vídeo para o nosso segundo single com um realizador alemão chamado Joerg Steineck, que é o responsável pelo documentário "Lo Sound Desert", que retrata a cena desert rock californiana e tem participações de membros dos Unida, Ex-Kyuss e Ex-Queens of the Stone Age. Depois, estamos a negociar algumas datas em países europeus e iremos começar também a promover o álbum nos media mais relevantes.



P - Teremos uns Miss Lava mais internacionais?

Estamos a trabalhar nesse sentido. Para além do lançamento de "Blues For The Dangerous Miles" digitalmente a nível mundial, estamos a realizar o vídeo para o nosso segundo single com um realizador alemão chamado Joerg Steineck, que é o responsável pelo documentário "Lo Sound Desert", que retrata a cena desert rock californiana e tem participações de membros dos Unida, Ex-Kyuss e Ex-Queens of the Stone Age. Depois, estamos a negociar algumas datas em países europeus e iremos começar também a promover o álbum nos media mais relevantes.


CONTACTAR E OUVIR MISS LAVA

Posted by Hugo Guerreiro on at 18:04 | Permalink

Nove de Abril. Data anunciada para o disco dos Gwydion ver a luz do dia. Isso já sabiam, já haviamos falado por aqui. A novidade está no sample do tema "From Hel to asgard". Dá pra sentir o perfume do disco, para lhe dar uns segundos de audição que, se fossem mais, encostariam-nos à parede. Mantendo a veia Viking/Folk Metal, parece-nos muito mais evoluído mas como ainda faltam uns dias para o disco ver a luz do dia e estamos a falar de um excerto de um tema, esperemos pela sua edição.

Posted by Hugo Guerreiro on Sexta-feira, Janeiro 29, 2010 at 19:55 | Permalink

DaemonivM . os melhores do ano

Continuamos lentamente a deixar os melhores do ano passado Guilhermino Martins dos ThanatoSchizo deixou aqui as suas indicações nesse sentido:

O álbum nacional que mais me encheu as medidas foi, sem dúvida, o de Bizarra Locomotiva. O seu Álbum Negro consegue exponenciar toda a viscerilidade industrial do grupo e junta-lhe um conteúdo lírico do mais apurado que ouvi a sair da boca do Rui Sidónio. Aliás, a mistura das suas vocalizações iradas com a parafernália de sampling e as guitarras do Miguel Fonseca tornaram-se a banda sonora do início das minhas noites do Verão passado. Sujo, caótico e muito, muito negro são os adjectivos que me vêm de imediato à cabeça.



O álbum internacional que mais apreciei no espectro do Metal foi Black Gives Way To Blue dos Alice in Chains. Banda emblemática da minha adolescência, este grupo de Seattle protagonizou o melhor - dos tão em voga - regresso(s) ao activo de colectivos já extintos: primeiro, porque o novo vocalista tem um timbre seguro e bastante semelhante (sem imitar) ao do malogrado Layne e, segundo, porque as composições deste novo registo não ficam absolutamente nada a dever aos clássicos do grupo. Com uma orgânica instrumental que transpira classe e uma dinâmica inconfundível, os AIC estão aí para as curvas e espero poder vê-los ao vivo durante este ano - de preferência numa posição em cartaz consentânea com a sua carreira.

Guilhermino Martins

CONTACTAR E OUVIR THANATOSCHIZO



Posted by Hugo Guerreiro on at 11:20 | Permalink

DaemonivM . a sugestão

Ainda é só a primeira abordagem. Outras se seguirão. Mas damos desde já conta do cartaz do Efeito Borboleta, edição de 2010. Com Black Bombaim ou Miss Lava brevemente faremos as habituais entrevistas às bandas e organização, convidando a todos para se deslocarem a Tramagal nos próximos dias 12 e 13 de Março. A informação também já circula no Facebook e em www.cistus.pt/efeitoborboleta10

Posted by Hugo Guerreiro on Quarta-feira, Janeiro 27, 2010 at 19:55 | Permalink

DaemonivM . os melhores do ano

Aos poucos vamos dando conta dos melhores de 2009. Agora foi a vez da vocalista de Thee Orakle, Micaela Cardoso dizer de sua justiça. Seguem as suas escolhas e palavras.


Melhor álbum nacional 2009:"Metaphortime" - Thee Orakle
Votei no álbum da minha banda porque realmente preenche todos os meus sentidos...à parte de também o ter criado, este é um álbum que de certo fez sorrir muitas pessoas este ano! É agradável, bem feito, bem produzido e bem executado...tem por detrás um trabalho muito árduo. Todas as bandas nacionais têm imenso trabalho ao editar um álbum, mas no nosso caso, para além de ser o 1º, penso que é um reconhecimento que os Thee Orakle merecem por tanto trabalho executado em tão pouco tempo de existência! Metaphortime é sem dúvida para mim o Álbum do Ano!

Melhor álbum internacional 2009: "Faith Divide Us Death Unites Us" - Paradise Lost
Este álbum veio sem dúvida fazer renascer o gosto e admiração que sempre tive por esta banda. Não tem, na minha opinião, nenhuma música menos bem conseguida, e apesar de não ser provavelmente o álbum mais estonteante, é sem dúvida para mim o mais equilibrado e poderoso! Pormenor importante para o video-clip da Faith Divide Us Death Unites Us o qual penso estar super bem conseguido e no qual a actriz merece uma palavra de mérito! Gostei também do álbum de Mastodon - Crack The Skye!

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:48 | Permalink

PONTO NULO NO CÉU . a informação

Chamam-se Ponto Nulo no Céu, praticam metal alternativo e chegam-nos de Gravatal, no Brasil. Têm editado um registo "Ciclo Infernal" do qual poderão ouvir alguns temas no seu myspace. Brevemente em entrevista no DaemonivM. Para ouvir em www.myspace.com/pontonulonoceu.

Posted by Hugo Guerreiro on at 19:42 | Permalink

GUERNICA HAVOC . a informação

A notícia que ninguém gosta de dar. Ainda por cima quando se gosta do que se ouve. Os Guernica Havoc encerraram actividades. Tantas vezes que aqui postamos informações sobre novos sons, coisas que descobrimos mas que outros já haviam ouvido e agora damos a informação inversa. Ficam os temas de uma das bandas mais originais que o nosso underground já ouviu. em www.myspace.com/guernicahavocband

Posted by Hugo Guerreiro on Segunda-feira, Janeiro 25, 2010 at 22:42 | Permalink

ALL EMOTIONS DAY .

Ainda no final de Novembro vimos a sua actuação na Casa de Lafões, em Lisboa. Falamos dos All Emotions Day, que disponibilizaram uma faixa no myspace. Para ouvir "Beteween clouds and salvation" em www.myspace.com/allemotionsday

Posted by Hugo Guerreiro on at 17:40 | Permalink

SUBDARK . a informação

Os Subdark são uma banda do Porto que recentemente editou um primeiro trabalho, sob a forma de EP. Chama-se "Noir Coating" e contamos dar-vos a conhecer quer a banda, quer o registo brevemente. Para já visitem-nos em www.myspace.com/subdark

Posted by Hugo Guerreiro on at 17:17 | Permalink

Não necessitam de apresentações.Aliás apareceram entre nós logo com um disco de estreia, sem pré-aviso e aguentaram a (eventual) pressão que uma estreia normalmente acarreta. Os últimos dias do ano viram a edição de "October Dawn" e falamos do disco dos Oblique Rain.




P . Um segundo registo tem a importância que lhe é reconhecida. Um passo que se quer seguro. Sentiram essa pressão ou de alguma maneira "Isohyet" serviu de base para este disco?


Flávio: Um segundo registo acrescenta sem sombra de dúvidas uma maior pressão ao acto criativo, qualquer banda sente essa mesma pressão, tanto mais não seja porque normalmente um segundo registo é como que uma afirmação de uma banda! No nosso caso tentamos colmatar em termos sonoros aquilo que achamos que tinha faltado ao Isohyet. Contudo os dois registos são inseparaveis e são como que um processo natural de amadurecimento da banda, claro que sentimos pressão em tentar fazer melhor que o Isohyet que tem uma atmosfera muito intensa e um carisma muito forte, mas deixe-me apenas dizer-lhe que adoramos essa pressão!



P - Já ouvimos o disco, fizemos a respectiva review e já reparámos que outras pessoas lhe sentiram o pulso, tomaram o gosto. As reacções são positivas. Que sensações vos transmite?


Flávio: Sim, as reacções têm sido bastante positivas e encorajadoras...penso que não existe maior satisfação para um "criador" quando vê o seu trabalho reconhecido!



P - Há uma coisa que acaba por ser inerente às bandas. O seu crescimento. Preparados ao nivel pessoal e profissional para um incremento da banda...nos vossos tempos?


Flávio: Se me tivessem perguntado isso aquando da edição do Isohyet talvez na altura não saberia responder , mas com o actual crescimento da banda temos de tomar consciência que a possibilidade da banda ter uma actividade mais contínua é bastante forte, estaremos preparados para o futuro, sem sombra de duvida!




P - E ao nível da gravação. Diferenças? E tocar com três guitarristas...como é?


Flávio: Bom antes de mais nós praticamente desde o inicio que tocamos com 3 guitarras, mesmo antes da edição do Isohyet que assim acontece, não fazemos uso das 3 guitarras constantemente , mas no caso a 3ª guitarra (que é a minha) é utilizada para adicionar mais uma "côr" ou aumentar o suporte harmonico na nossa musica. As diferenças quanto ao nivel de gravação para este albúm foram apenas em termos de amplificação, claro que como sabiamos que a espectativa era grande fizemos questão de ter uma sessão de estudio mais longa, mas de resto as personagens foram practicamente as mesmas o que tornou o processo relativamente fácil!



P - Uma das coisas que eu esperava (e encontrei) neste disco era encontrar uma banda com identidade mais vincada. também sentem isso neste disco? Que há (ainda) mais Oblique Rain?


Flávio: Eu sinceramente sempre vi uma identidade pessoal forte e vincada nos nossos albúms, claro que num mundo multifacetado em termos de mercado musical todos iriam tentar encontrar referências para a nossa musica. Muitas vezes debatemos isso e muitas dessas acaba por ser ironico o quanto as pessoas se enganam quanto as nossas influências ;o)
No entanto penso que o futuro é mesmo esse, ou seja, cada vez mais Oblique Rain como acabou de referir.



P - E a participação do vocalista de WAKO, acabou por resultar muito bem. Dá um ar agressivo ao disco. Sentem isso?


Flávio: Sim o Nuno é apenas o melhor vocalista de metal que conheço em territorio nacional, a participação dele no disco vem colmatar aquilo que falta na nossa banda...um verdadeiro growler! Além do mais sempre encaramos essa vertente do metal muito a serio e era um "feeling" que teria de ser executado muito bem para soar intenso e poderoso como no caso é o que acontece!




P - Já agora vocês são uma banda do Sul com uma tendência para o negro. O título do álbum sugere mesmo uma abordagem escura da vossa música. Como serão os próximos temas/albuns da banda...já existem ideias ?


Flávio: O facto de sermos uma banda do Sul não significa que apenas os do Norte tenham uma tendência para o negro, alias quem nucna ouviu falar da melancolia dos Portugueses e o seu eterno fado?! Penso que há que começar a também saber identificar aquilo que é a identidade nacional nas bandas de qualquer género musical, não penso que o fado seja o unico estilo capaz de saber demosntrar o quanto melancólicos somos enquanto povo! Por outro lado em tempos ancestrais fomos um povo celta como os outros e isso até na nossa musica tradicional se depreende, senão reparemos nos discos do grande Júlio Pereira...existe qualquer coisa de melancólico ali!
Quanto a proximos temas , acho que ainda é um pouco cedo para os descrever enquanto musica pois apenas existem alguns esboços.



P - Fala-me do futuro próximo dos OR...


Flávio: O futuro próximo de OR passa por fazer o nosso 1º video clip, o qual já está em andamento e promover o melhor que nos for possivel o "October Dawn", pois achamos que é um disco que o merece. Durante este ano estaremos empenhados também na composição daquele que irá ser o seu sucessor...mas esse será um tema para outra altura porque as ideias e planos que existem para o mesmo são muito, mas muito interessantes...;o)



P - Mensagem final...

Flávio: Gostaria de agradecer em meu nome e no nome da banda toda a tenção que nos têm prestado, é de facto uma honra poder fazer musica para todos aqueles que assim a entendem, prometemos continuar no mesmo caminho e a crescer , tentaremos sempre surpreender-vos e demonstrar que o Português também pode ser ouvido, apreciado e criticado no bom sentido por todos. Esperamos que o nosso ainda curto exemplo seja um estimulo para aqueles que pensam que não temos valor nenhum ou somos pequenos e insignificantes demais para que o mundo não nos aprecie!


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Posted by Hugo Guerreiro on at 17:00 | Permalink

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    Lembro me do meu primeiro disco. Paradise Lost, “Draconian Times”, comprado em 1996. Fez-me cair na rotina daqueles que ouvem música, este género em especial: achar que podia fazer mais qualquer coisa, além do que apenas ouvir. Escrever. Numa época em que as existiam bastantes fanzines, e que a par dos programas de rádio, marcavam imenso a divulgação de bandas underground, crei mais uma. Diabolicus Diluvium, com a ajuda do amigo Bruno Lemos. Os dotes informáticos eram pouco inferiores ao que são agora, muito curtos, daí termos elaborado um primeiro exemplar, apenas com duas folhas, e que seguia a linha de algumas que circulavam na altura. Nada de transcendente, bem pelo contrário, o mesmo se diga em relação à escrita. Primeira banda entrevistada, os Fatality, banda de Grindcore, e recordo perfeitamente a piada mais frequente na altura, de não divulgarmos a nossa idade, temendo que as bandas não respondessem às nossas cartas, o mesmo no gesto mais vulgar, o de enviar uma carta, que continha na saudação Hail!, e nós ficarmos sem saber o que queria dizer tal termo. A Diabolicus Diluvium acaba por durar cinco anos, erguendo-se num número de páginas muito bom, vinte e cinco, e onde foi editado uma compilação, “Transcending Plasma”, sendo importante destacar nessa fase Pedro Amaral, que passou a cuidar da parte gráfica.

    Como todos também senti mudanças na minha vida, falo no plano pessoal. Importantes, em nada relativas, algumas delas já se denotam naquilo que hoje faço. A pausa. A inquietação por não escrever mais desde o fim da Diabolicus Diluvium e para fazer face a isso, a criação de uma newsletter de apenas uma página, que chegou a ter o seu número 0, sem nada de mítico, pois já não havia pedalada para lutar contra os avanços informáticos, que galoparam contra o tempo e contra tudo o que de mais tradicional/formal se fazia. Era inevitável. Dei lhe o nome Daemoniah.

    Lembro-me de outra data, 2000. Comecei a colaborar num programa de rádio, com o orgulho que ainda tenho, ao mencionar esse facto. O Caixa de Pandora, que outrora se chamara Eutanásia, ou Cessar-fogo, e que hoje opera como Segredos da Lua, apresentado por Paulo Gonçalves, pretendia um espaço quinzenal, com três demos. Entre algum pavor, pelo facto de transpor vocalmente, aquilo que normalmente realizava por escrito, o convite tornava-se mais aliciante (leia-se perigoso) pelo facto de apresentar três novas maquetas todos os quinze dias. A rubrica chamava-se Esplendor do Kaos, durou quatro anos, traduzindo-se no projecto que mais orgulho, volto a frisar o termo, me deu, por mais importantes que a Diabolicus Diluvium ou o DaemonivM tenham sido/sejam. Surge o DaemonivM...

    Fruto nas novas tendências e por mais que se diga (ou sinta) preferência pelo formato tradicional, em papel, assim como pela facilidade em constituir um blogue, surge o DaemonivM, anunciado na outra resenha como o passo seguinte (porque não dizê-lo final?). Antes porém, uma edição em formato papel, mais uma, com a denominação D:/moni1/, que depois iria ser transposta para o blogue, em conjunto com o Opuskulo. Ainda hoje me parece uma aposta interessante porque em apenas quatro páginas se contrapunha ideias e escrita. Durou apenas a edição de estreia. Havia então que indagar sobre o que era um blogue, achar um endereço, que ainda hoje causa enganos. Procurou criar-se um link que usasse as iniciais do abecedário mas que acabasse por formar demonium. Daí o abcde e que origina algumas trocas de nome. A história mais, já mais recente reporta-se a Outubro de 2005. Numa altura em que existiam um número elevado de espaços com o mesmo formato, com a mesma temática, havia que procurar diferenças. E nesse campo parece-me que o DaemonivM sai vitorioso. Desde as entrevistas realizadas todas as Segundas- feiras, os comentadores frequentes, passando pelo evento comemorativo do primeiro aniversário, e pela distribuição de bandas, onde o balanço é positivo, convém mencionar um aspecto fundamental: a regularidade. Novo formato do espaço, actualizado de acordo com as necessidades de quem o visita e de quem o realiza, o agradecimento ao António Paulo Chaparro, pelas horas realizadas em torno do DaemonivM.

    Lisboa, 11 de Novembro de 2007

    18H53M

    Hugo Guerreiro

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