TRANSLATE TO

ÁLBUM DO MÊS

Photobucket

Autumbnlaze - "Perdition Diaries"
Ano - 2009
Editora - Prophecy Productions
Website - Autumnblaze MySpace - Autumnblaze

SITE DO MÊS

Anonymous Souls
Website - anonymoussouls.blogspot.com
MySpace - myspace.com/anonymoussouls

⇒ Contactos_
¤ MySpace
D:/moni1/

¤ E-Mail {demonium.blog@gmail.com}

¤ Morada
{Hugo Guerreiro | Rua Projectada À Caniceira #142 | 2205-713 Tramagal | Portugal}

⇒ Apoios_
¤ A Trompa

¤ O Marsupilami

¤ Metal Morfose

¤ Metal Imperium

¤ The Gates of Metal

¤ Efeito Borboleta

¤ Opuskulo

¤ Tribos Lusitanas

⇒ Dados_
Counter
Pactos com o ÐÆΜΟΠΙ∨Μ

Espectros Online

Firefox 2


Entrevista - REQUIEM LAUS


REQUIEM LAUS -O REGRESSO
Para saber os motivos de tão longo hiato e sabermos novas do seu novo trabalho, entrevistámos o baixista Ricardo, que nos contou as últimas novidades deste colectivo madeirense

- O que vos levou a todo este silêncio, desde "Through aeons", em 2000?



Eu ausentei-me da banda no final de 2001 e pouco mais tarde foi altura em que o baterista decidiu dar um novo rumo à sua vida (encontra-se na Dinamarca neste momento).
A banda entretanto andou a meio gás e foi experimentando com outros membros mas segundo o vocalista, e membro fundador da banda, não era a mesma coisa.




- Os Requiem Laus tiveram alguns problemas recentemente mas como está tudo agora com a banda?




Tendo em conta o que foi dito na resposta anterior, resta-me dizer que voltei à banda e temos um novo baterista: Jorge de Abreu, ex- Drawned in Tears/ Blue Sound Traffic.Temos agora a nova promo a sair. Estamos muito contentes por já termos músicas novas para um futuro lançamento. Alguns concertos já estão agendados e vamos tentar recuperar o tempo perdido e levar a banda o mais longe possivel.

- Ouvi os samples dos novos temas, não acham que a nova sonoridade se aproximam de "For the ones who died", com alguns toques modernos?

Por acaso concordo, acho que o som destas novas faixas são a mistura do que era feito em 1996, na demo que referes, com a de 2000 "through aeons" dando a estas músicas caracteristicas pelas quais a banda era conhecida. Mas a maturidade criativa da banda tem claramente evoluído, fazendo com que haja uma transição natural para um trabalho mais coeso tornando o som cada vez mais próprio.

- Desta vez não se deslocaram ao Continente, a que de deveu este facto?Satisfeitos com o resultado que conseguiram aí?

Sim, foi apenas uma nova abordagem ao meio de conseguir o melhor som possivel sem ter grandes gastos. Apenas as pistas é que foram gravadas aqui na Madeira, no estudio Paulo Ferraz. A parte da masterização ficou a cargo de Pelle Saether no Studio Underground na Suécia. E estamos muito contentes com o produto final, sem dúvida o melhor som que alguma vez tivemos.

- Por que razão uma banda que sempre foi de reconhecida qualidade, e que existe desde 1989, nunca chegou a uma editora. Não consigo entender, porque qualidade não vos falta....queres comentar?

Em 1996 com a demo "for the ones who died" a banda ganhou grande reconhecimento a nivel nacional e internacional. Chegamos a receber varias propostas de editoras, mas nao eram boas propostas para a banda. Com a demo "through aeons" em 2000, apesar do produto final não ter saído como nos queriamos, também tivemos boas críticas e alguns "interesses".
Mas agora, com esta nova promo, vamos apostar muito mais nos concertos e na promoção tanto a nível nacional como internacional. Acho que o contracto discográfico é o sonho de qualquer banda, mas convém ter o pés bem assentes na terra e tomar as decisões acertadas sem comprometer os príncipios da banda.

- Que expectativas têm para o SWR?A distribuição do cd acontece no Continente, um mês depois da sua edição na Madeira, certo?

Sim, no dia 18 de Março vamos fazer o lançamento aqui na Madeira, num concerto promovido por uma associação regional que apoia bandas rock (Promorock), com outras duas bandas regionais: Karnak Seti e Siamese Cancer. Em relação ao SWR, so posso dizer que é um prazer tocar num Festival que ja tem tanto impacto a nivel nacional e que de ano para ano surpreende-nos com o seu cartaz. E é, naturalmente, um óptimo local para mostrar o novo material ao vivo a um público mais variado.


- Esta pergunta é quase obrigatória mas como é a vida de uma banda madeirense?

Já devem ter a ideia das dificuldades que as bandas continentais têm com todos os seus entraves e obstáculos. Portanto conseguem imaginar o problema que é, estar condicionado por uma ilha que, além de dificultar o acesso ao seu exterior, negligencia as próprias bandas (sejam de qualquer estilo) em favor de artistas e bandas continentais e estrangeiras (nunca de metal, diga-se de passagem). O que consigo concluir é que as organizações destes eventos têm apenas o objectivo de ganhar dinheiro e não a divulgação de projectos musicais regionais. Mas quando o fazem são sempre eventos pouco conceituados e quase sempre sem um contracto legítimo para as bandas. Resultando assim na falta de valorização das bandas regionais pelo próprio meio regional. Felizmente as coisas parecem mudar, novas ideias e novas mentalidades estão a surgir só resta esperar que se solidifiquem e surtam algum efeito no panorama musical regional.
- Últimas palavras....

Quero apenas agradecer por esta oportunidade, e por ajudares não só a nós mas a todos os outros projectos nacionais a chegar aos ouvidos de mais metaleiros/as.
Support the eternal plague. \m/

Posted by Hugo Guerreiro on Segunda-feira, Março 27, 2006 at 21:44 | Permalink

Arquivos


Material de Relevo
Em breve---
Procura Neste Blog

AGENDA

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

COLABORA!
Envia para o endereço de correio electrónico informação e material multimédia sobre eventos que não se encontrem aqui figurados.
{demonium.blog@gmail.com}

    O Autor | O Projecto:
    Lembro me do meu primeiro disco. Paradise Lost, “Draconian Times”, comprado em 1996. Fez-me cair na rotina daqueles que ouvem música, este género em especial: achar que podia fazer mais qualquer coisa, além do que apenas ouvir. Escrever. Numa época em que as existiam bastantes fanzines, e que a par dos programas de rádio, marcavam imenso a divulgação de bandas underground, crei mais uma. Diabolicus Diluvium, com a ajuda do amigo Bruno Lemos. Os dotes informáticos eram pouco inferiores ao que são agora, muito curtos, daí termos elaborado um primeiro exemplar, apenas com duas folhas, e que seguia a linha de algumas que circulavam na altura. Nada de transcendente, bem pelo contrário, o mesmo se diga em relação à escrita. Primeira banda entrevistada, os Fatality, banda de Grindcore, e recordo perfeitamente a piada mais frequente na altura, de não divulgarmos a nossa idade, temendo que as bandas não respondessem às nossas cartas, o mesmo no gesto mais vulgar, o de enviar uma carta, que continha na saudação Hail!, e nós ficarmos sem saber o que queria dizer tal termo. A Diabolicus Diluvium acaba por durar cinco anos, erguendo-se num número de páginas muito bom, vinte e cinco, e onde foi editado uma compilação, “Transcending Plasma”, sendo importante destacar nessa fase Pedro Amaral, que passou a cuidar da parte gráfica.

    Como todos também senti mudanças na minha vida, falo no plano pessoal. Importantes, em nada relativas, algumas delas já se denotam naquilo que hoje faço. A pausa. A inquietação por não escrever mais desde o fim da Diabolicus Diluvium e para fazer face a isso, a criação de uma newsletter de apenas uma página, que chegou a ter o seu número 0, sem nada de mítico, pois já não havia pedalada para lutar contra os avanços informáticos, que galoparam contra o tempo e contra tudo o que de mais tradicional/formal se fazia. Era inevitável. Dei lhe o nome Daemoniah.

    Lembro-me de outra data, 2000. Comecei a colaborar num programa de rádio, com o orgulho que ainda tenho, ao mencionar esse facto. O Caixa de Pandora, que outrora se chamara Eutanásia, ou Cessar-fogo, e que hoje opera como Segredos da Lua, apresentado por Paulo Gonçalves, pretendia um espaço quinzenal, com três demos. Entre algum pavor, pelo facto de transpor vocalmente, aquilo que normalmente realizava por escrito, o convite tornava-se mais aliciante (leia-se perigoso) pelo facto de apresentar três novas maquetas todos os quinze dias. A rubrica chamava-se Esplendor do Kaos, durou quatro anos, traduzindo-se no projecto que mais orgulho, volto a frisar o termo, me deu, por mais importantes que a Diabolicus Diluvium ou o DaemonivM tenham sido/sejam. Surge o DaemonivM...

    Fruto nas novas tendências e por mais que se diga (ou sinta) preferência pelo formato tradicional, em papel, assim como pela facilidade em constituir um blogue, surge o DaemonivM, anunciado na outra resenha como o passo seguinte (porque não dizê-lo final?). Antes porém, uma edição em formato papel, mais uma, com a denominação D:/moni1/, que depois iria ser transposta para o blogue, em conjunto com o Opuskulo. Ainda hoje me parece uma aposta interessante porque em apenas quatro páginas se contrapunha ideias e escrita. Durou apenas a edição de estreia. Havia então que indagar sobre o que era um blogue, achar um endereço, que ainda hoje causa enganos. Procurou criar-se um link que usasse as iniciais do abecedário mas que acabasse por formar demonium. Daí o abcde e que origina algumas trocas de nome. A história mais, já mais recente reporta-se a Outubro de 2005. Numa altura em que existiam um número elevado de espaços com o mesmo formato, com a mesma temática, havia que procurar diferenças. E nesse campo parece-me que o DaemonivM sai vitorioso. Desde as entrevistas realizadas todas as Segundas- feiras, os comentadores frequentes, passando pelo evento comemorativo do primeiro aniversário, e pela distribuição de bandas, onde o balanço é positivo, convém mencionar um aspecto fundamental: a regularidade. Novo formato do espaço, actualizado de acordo com as necessidades de quem o visita e de quem o realiza, o agradecimento ao António Paulo Chaparro, pelas horas realizadas em torno do DaemonivM.

    Lisboa, 11 de Novembro de 2007

    18H53M

    Hugo Guerreiro

|ÐÆMONIVM ε×PℜℵCΞ|2005-2009©|√1.1|