TRANSLATE TO

ÁLBUM DO MÊS

Photobucket

Witchbreed - "Heretic Rapture"
Ano - 2009
Editora - Ascendance Records
Website - Witchbreed MySpace - Witchbreed

SITE DO MÊS

Process of Guilt
Website - processofguilt.com
MySpace - myspace.com/processofguilt

⇒ Contactos_
¤ MySpace
D:/moni1/

¤ E-Mail {demonium.blog@gmail.com}

¤ Morada
{Hugo Guerreiro | Rua Projectada À Caniceira #142 | 2205-713 Tramagal | Portugal}

⇒ Apoios_
¤ A Trompa

¤ O Marsupilami

¤ Metal Morfose

¤ Metal Portugal Fórum

¤ Efeito Borboleta

¤ Opuskulo

¤ Tribos Lusitanas

⇒ Dados_
Counter
Pactos com o ÐÆΜΟΠΙ∨Μ

Espectros Online

Firefox 2


ENCHANTHYA a entrevista

Segunda-feira é dia de entrevista no DaemonivM. Banda de hoje, os Enchantya, liderados por Rute Fevereiro, conhecida pela sua participação nas Black Widows. Ficam as palavras....
P - É difícil não começar pelas Black Widows, como estão elas neste momento?

As BW estão em fase final da composição do próximo album. Neste momento também estamos a ver se negociamos com alguma editora que esteja interessada em editar o album e fazer um bom trabalho de promoção da banda. Para além disso, estamos a marcar datas para a "Arising Tour" que começará no ínicio do Verão.

P - Porquê a necessidade de surgir o projecto Enchantya?

EnChanTya já era um projecto pensado há muito anos, e numa fase menos boa em que as BW tinham encerrado actividades, decidi arrancar com esse projecto. EnChanTya é uma banda que tem grandes músicos e onde eu me posso dedicar plenamente à voz. Alguns dos temas foram feitos por mim e melhorados pela banda e outros temas foram feitos em ensaios. É um projecto que tem influèncias variadas, tais como Nightwish ou Arch Enemy. Neste momento, vamos gravar o EP e tocar como convidados dos Theatres des Vampires (Itália) no Porto e em Lisboa, a 1 e 2 de Junho respectivamente.

P - Quais as grandes diferenças e aproximações entre Enchantya e Black Widows?

Eu acho que o único ponto comum de ambas sou apenas eu. De resto, apesar de ambas as bandas terem como característica vozes de estilo lírico e guturais, o género musical é diferente. Enchantya tem alguns toques de metal progressivo e de gothic metal, enquanto que BW tocam metal menos melódico e mais rude.
P - Achas que o conhecimento que já tens do underground abriu algumas portas?

Penso que sim, tenho alguns contactos e com o tempo também aprendi a trabalhar na área de management e road management. Isso é bastante útil quer a nível da promoção de uma banda como a nível de organização e apoio logístico quando damos concertos. Mas fico feliz quando nos convidam a tocar porque gostam do som e não apenas porque me conhecem.

P - Esse conhecimento e experiência traduziu-se na facilidade maior em surgir com temas gravados, disponíveis no vosso myspace...concordas?

Talvez... com os anos, o processo criativo de temas torna-se algo mais fácil e intuitivo pois também aprendemos com a experiência e adquire-se cada vez técnica na execução dos instrumentos musicais. A única coisa engraçada, foi ter posto no myspace de BW 2 temas gravados e misturados no meu pequeno estúdio cá de casa. Aprendi a usar software de gravação e foi uma experiência bastante enriquecedora.

P - E preparam-se para um EP e para a abertura da banda italiana Theatres Des Vampires...

É verdade, foi muito bom termos recebido este convite por parte do manager deles. Agora é mesmo prepararmo-nos para estas datas. Também estou curiosa por ve-los ao vivo, penso que são muito bons em concertos.

P - Que novidades acrescentas dos Enchantya...?

EnChanTya prepara-se para entrar em estúdio para gravar sob a direcção do Bruno "Fingers" que tem gravado e feito excelentes trabalhos. E pensamos em contar com a presença de um convidado que ainda iremos confirmar e anunciar muito em breve. Entretanto ganhámos o concurso: "Bandas procuram-se!", organizado pela junta de freguesia de Odivelas e pelos estúdios LX Pro, o que nos deu também direito a actuar como consequência disto nas Festas da Cidade de Odivelas em inícios de Julho. Para acabar, o nosso teclista, Luis Fernandes, gravou recentemente para o album de Urban Tales que irá sair em breve.

P - Mensagem final nesta entrevista...

Agradeço muito esta entrevista e espero contar com vocês para apoiarem BW e EnChanTya nos concertos.

Posted by Hugo Guerreiro on Segunda-feira, Abril 23, 2007 at 19:06 | Permalink

Arquivos


Material de Relevo
Em breve---
Procura Neste Blog

AGENDA

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

Photobucket

COLABORA!
Envia para o endereço de correio electrónico informação e material multimédia sobre eventos que não se encontrem aqui figurados.
{demonium.blog@gmail.com}

    O Autor | O Projecto:
    Lembro me do meu primeiro disco. Paradise Lost, “Draconian Times”, comprado em 1996. Fez-me cair na rotina daqueles que ouvem música, este género em especial: achar que podia fazer mais qualquer coisa, além do que apenas ouvir. Escrever. Numa época em que as existiam bastantes fanzines, e que a par dos programas de rádio, marcavam imenso a divulgação de bandas underground, crei mais uma. Diabolicus Diluvium, com a ajuda do amigo Bruno Lemos. Os dotes informáticos eram pouco inferiores ao que são agora, muito curtos, daí termos elaborado um primeiro exemplar, apenas com duas folhas, e que seguia a linha de algumas que circulavam na altura. Nada de transcendente, bem pelo contrário, o mesmo se diga em relação à escrita. Primeira banda entrevistada, os Fatality, banda de Grindcore, e recordo perfeitamente a piada mais frequente na altura, de não divulgarmos a nossa idade, temendo que as bandas não respondessem às nossas cartas, o mesmo no gesto mais vulgar, o de enviar uma carta, que continha na saudação Hail!, e nós ficarmos sem saber o que queria dizer tal termo. A Diabolicus Diluvium acaba por durar cinco anos, erguendo-se num número de páginas muito bom, vinte e cinco, e onde foi editado uma compilação, “Transcending Plasma”, sendo importante destacar nessa fase Pedro Amaral, que passou a cuidar da parte gráfica.

    Como todos também senti mudanças na minha vida, falo no plano pessoal. Importantes, em nada relativas, algumas delas já se denotam naquilo que hoje faço. A pausa. A inquietação por não escrever mais desde o fim da Diabolicus Diluvium e para fazer face a isso, a criação de uma newsletter de apenas uma página, que chegou a ter o seu número 0, sem nada de mítico, pois já não havia pedalada para lutar contra os avanços informáticos, que galoparam contra o tempo e contra tudo o que de mais tradicional/formal se fazia. Era inevitável. Dei lhe o nome Daemoniah.

    Lembro-me de outra data, 2000. Comecei a colaborar num programa de rádio, com o orgulho que ainda tenho, ao mencionar esse facto. O Caixa de Pandora, que outrora se chamara Eutanásia, ou Cessar-fogo, e que hoje opera como Segredos da Lua, apresentado por Paulo Gonçalves, pretendia um espaço quinzenal, com três demos. Entre algum pavor, pelo facto de transpor vocalmente, aquilo que normalmente realizava por escrito, o convite tornava-se mais aliciante (leia-se perigoso) pelo facto de apresentar três novas maquetas todos os quinze dias. A rubrica chamava-se Esplendor do Kaos, durou quatro anos, traduzindo-se no projecto que mais orgulho, volto a frisar o termo, me deu, por mais importantes que a Diabolicus Diluvium ou o DaemonivM tenham sido/sejam. Surge o DaemonivM...

    Fruto nas novas tendências e por mais que se diga (ou sinta) preferência pelo formato tradicional, em papel, assim como pela facilidade em constituir um blogue, surge o DaemonivM, anunciado na outra resenha como o passo seguinte (porque não dizê-lo final?). Antes porém, uma edição em formato papel, mais uma, com a denominação D:/moni1/, que depois iria ser transposta para o blogue, em conjunto com o Opuskulo. Ainda hoje me parece uma aposta interessante porque em apenas quatro páginas se contrapunha ideias e escrita. Durou apenas a edição de estreia. Havia então que indagar sobre o que era um blogue, achar um endereço, que ainda hoje causa enganos. Procurou criar-se um link que usasse as iniciais do abecedário mas que acabasse por formar demonium. Daí o abcde e que origina algumas trocas de nome. A história mais, já mais recente reporta-se a Outubro de 2005. Numa altura em que existiam um número elevado de espaços com o mesmo formato, com a mesma temática, havia que procurar diferenças. E nesse campo parece-me que o DaemonivM sai vitorioso. Desde as entrevistas realizadas todas as Segundas- feiras, os comentadores frequentes, passando pelo evento comemorativo do primeiro aniversário, e pela distribuição de bandas, onde o balanço é positivo, convém mencionar um aspecto fundamental: a regularidade. Novo formato do espaço, actualizado de acordo com as necessidades de quem o visita e de quem o realiza, o agradecimento ao António Paulo Chaparro, pelas horas realizadas em torno do DaemonivM.

    Lisboa, 11 de Novembro de 2007

    18H53M

    Hugo Guerreiro

|ÐÆMONIVM ε×PℜℵCΞ|2005-2009©|√1.1|